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MANUAL TCC E MONOGRAFIA

A FAVIP descreve abaixo as orientações básicas para elaboração dos trabalhos de conclusão de curso.

Estas orientações são genéricas e têm abrangência limitada, pois cada curso possui orientações especificas conforme área de conhecimento e modalidade de trabalho. As orientações serão disponibilizadas pelas Coordenações de Curso.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE DOUTORADO, MESTRADO, MONOGRAFIA E TCC?

Segundo a Resolução do MEC/CAPES, a Pós-Graduação se divide em dois tipos stricto sensu e latu sensu, stricto sensu (mestrado e doutorado), latu sensu (especialização), em nível de graduação, o aluno no final do curso terá que entregar um trabalho final, denominado de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC ou monografia ou, ainda, de Trabalho Orientado Acadêmico - TAO.

Todos têm uma natureza puramente acadêmica e são voltados para a geração de conhecimento e para a formação e desenvolvimento de pesquisadores com amplo domínio do saber.

Dentro das Instituições de Ensino Superiores - IES podem ter os quatro cursos. A diferença entre eles está basicamente na amplitude e na profundidade dos estudos desenvolvidos, fato que é diretamente refletido na obra acadêmica a ser defendida perante Comissão Julgadora (banca).

Apesar destas distinções, todos os Programas das IES compreendem um conjunto de atividades programadas, avançadas e individualizadas, algumas das quais acompanhadas por orientador.
Nos casos de pós-graduação, para obter a titulação os mestrandos devem elaborar uma dissertação, isto é, um trabalho supervisionado que demonstre capacidade de sistematização da literatura existente sobre o tema tratado e capacidade de utilização dos métodos e técnicas de investigação científica, tecnológica ou artística. Já os doutorandos devem elaborar uma tese que consiste em um trabalho de investigação que represente contribuição original ao estado da arte do assunto/tema tratado.

A NBR 14724 da ABNT auxilia a compreensão das diferenças entre os tipos de trabalho. A dissertação, segundo a ABNT, é o documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com objetivos principais de reunir, analisar e interpretar informações, evidenciando assim o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do mestrando. Já a tese é o documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou de um estudo científico, onde o tema é único e bem delimitado. Ela deve ser baseada em investigação original, constituindo uma real contribuição para a especialidade em questão.

A preocupação com o trabalho científico deve surgir prontamente, logo no ingresso do curso, ou no máximo em meados dos cursos. A ferramenta mais indicada para dar o primeiro passo na preparação destes, é a formulação do pré-projeto.

O pré-projeto de pesquisa é um documento que tem por objetivo auxiliar o aluno na definição do objetivo do trabalho, e orientar o desenvolvimento da idéia. Ele também permite a introdução da idéia ao professor orientador e demais colegas, que poderão dessa forma enriquecer o trabalho através de críticas, conselhos e novas idéias. Por estes motivos, a elaboração de um pré-projeto é mais que fundamental para o bom andamento do trabalho.

Um pré-projeto deve conter pelo menos os seguintes itens:

a) Introdução ou Objeto de Estudo: contextualização do tema a ser investigado com justificativas e razões
para sua escolha e explicitação dos objetivos da pesquisa;
b) Revisão Bibliográfica: apresentação do levantamento de referências preliminar que servirá de suporte e
fundamentação teórica ao estudo;
c) Metodologia: justificação e descrição da abordagem metodológica a ser utilizada;
d) Cronograma;
e) Referências: relação das referências iniciais consultadas.

ORIENTADOR
A escolha de um professor orientador é uma etapa obrigatória e muito importante para o desenvolvimento do trabalho, uma vez que permite a condução adequada do projeto para que ele adquira a consistência desejada.

Na verdade, o orientador auxilia a definir como o tema escolhido deverá ser abordado para que os resultados desejados sejam obtidos; ajuda a definir as etapas de elaboração do trabalho e o programa individual de estudos (cronograma); avalia o que está sendo produzido, de forma a ajudar o orientando a concluir seu trabalho, de maneira satisfatória. Entretanto, para que isso aconteça, um fator essencial é o bom relacionamento entre orientador e orientando.

Na escolha do orientador, algumas particularidades devem ser levadas em conta. Primeiramente, o aluno deve verificar se o possível docente pode efetivamente orientar trabalhos, isto é, se ele tem menos do que 10 orientandos em todos os cursos. Para auxiliar essa verificação a Coordenação disponibiliza uma listagem com os professores credenciados e seus números de orientandos.

Além disso, o aluno deve se certificar de que o provável orientador:
- Domina o tema do trabalho;
- Deseja orientar o trabalho em questão;
- Possui tempo para orientar;
- Tem um bom relacionamento com o orientando;
- É admirado pelo orientando por seu trabalho acadêmico.

Uma resposta afirmativa aos itens acima indica que orientador e orientando terão grandes chances de realizar um bom trabalho em conjunto no prazo estipulado. Porém, é importante que se tenha em mente que o aluno é o principal responsável pela obra. O professor orientador é um conselheiro que deve ser tratado de forma respeitosa e, a melhor maneira de demonstrar isso é através de um trabalho sério que obedeça aos prazos acordados.

FREQÜÊNCIA
A freqüência do aluno será apurada pelo professor orientador através de ata que deverá ser assinada pelo aluno a cada encontro. A mesma tem caráter reprovativo obedecendo aos mesmos critérios das disciplinas da estrutura curricular.

DEPÓSITO DO TRABALHO
Uma vez pronto o trabalho, ele deve passar pela avaliação do orientador e, após esta aprovação, a obra deve ser depositada, isto é, entregue na Coordenação do Curso, para marcar a banca e seguir aos prazos estipulados.

DEFESA
Uma vez depositada a obra, a Coordenação designará a Comissão Julgadora. Ela é constituída por 3 (três) docentes, respectivamente. O orientador do candidato é um membro nato e o presidente da Comissão, os outros 2 (dois) membros devem ser docentes da FAVIP, pois não é permitido membros externos a IES.

A defesa oral constitui-se da apresentação pelo aluno de síntese do seu trabalho à banca examinadora em uma sessão pública. Após a apresentação, o candidato é argüido pelos integrantes da Comissão Julgadora acerca das conclusões dos aspectos teóricos, metodológicos e do trabalho apresentado.

Para que a apresentação oral seja realizada com sucesso, é muito importante que o aluno, atente para algumas atividades anteriores à apresentação, como por exemplo:
- Resumir as informações mais importantes do trabalho (excesso é prejudicial);
- Observar erros ortográficos e gramaticais;
- Não sobrecarregar a apresentação com efeitos de transparência;
- Reservar os equipamentos audiovisuais necessários;
- Prevenir-se com disquetes reservas ou até transparências;
- Familiarizar-se com os equipamentos para adquirir maior segurança durante a apresentação;

Durante a apresentação, é fundamental que o candidato procure manter tranqüilidade. Além disso, ele deve:
- Cuidar para não ultrapassar o tempo disponibilizado;
- Optar por uma linguagem mais simples, porém correta;
- Manter o foco de atenção na comissão julgadora;

Na defesa, cada membro da Comissão Julgadora disporá de até cinco minutos para perguntas, cabendo ao candidato o mesmo tempo para respostas. O candidato terá até vinte minutos de seu tempo para apresentação do trabalho.

Imediatamente após o encerramento da argüição do trabalho, a Comissão Julgadora deve reunir-se e cada examinador deve expressar seu julgamento, considerando o candidato aprovado ou reprovado. O candidato será habilitado se aprovado pela maioria dos examinadores. Finalmente, a comissão deve apresentar um relatório de seus trabalhos à Coordenação para homologação.

AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação variam conforme a modalidade do trabalho (TCC, Monografia, Projeto Experimental) e o curso. Consultar junto a sua Coordenação quais os critérios referente ao seu trabalho e curso.

ELEMENTOS PRÉ TEXTUAIS
Os elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto com informações que ajudam na identificação e utilização do trabalho.


Capa
A Capa, que também é chamada de Primeira Capa, é o elemento inicial de um trabalho acadêmico de qualquer espécie e é indispensável para sua identificação. Nela devem ser apresentadas as seguintes informações, de acordo com a ordem:

a) Nome da Instituição:
Sociedade de Educação do Vale do Ipojuca - SESVALI
b) Nome da Faculdade:
Faculdade do Vale do Ipojuca - FAVIP
c) Nome da Coordenação:
Coordenação de Cências Econômicas
d) Nome do Curso:
Curso em Cências Econômicas
e) Título e subtítulo do trabalho;
f) Nome completo do(a) autor(a);
g) Nome do(a) orientador(a);
h) Local:
Caruaru
i) Ano da defesa.

Contra Capa
A Contra Capa ou Segunda Capa é o segundo elemento do trabalho. Ela é responsável pela indicação dos nomes do Diretor Presidente, Diretora Executiva e Coordenador do curso e seus títulos no momento do depósito do trabalho. Apenas o último caso (Coordenador) varia de acordo com o curso no qual o aluno está matriculado. Assim, na Segunda Capa devem estar dispostas as seguintes informações de acordo com a ordem:
a) Nome do(a) diretor(a) presidente da instituição e título:
Prof. Vicente Jorge Espindola Rodrigues
Diretor Presidente da Faculdade do Vale do Ipojuca
b) Nome do(a) diretor(a) executivo(a) da faculdade e título:
Profa. Ms.c. Mauricélia Bezerra Vidal
Diretora Executiva da Faculdade do Vale do Ipojuca
c) Nome do(a) Coordenador(a) do curso e título:
Prof. Ms.c. Marilene Bizerra da Costa Xavier
Coordenadora do Curso em Ciências Econômicas

Página de Rosto
A página de rosto é muito similar à primeira capa uma vez que apresenta basicamente as mesmas informações. Entretanto, alguns outros dados devem ser incluídos nesta página para detalhar um pouco mais a obra. Devem ser apresentadas na página de rosto, na seguinte ordem, as informações:
a) Nome completo do(a) autor(a), sem títulos;
b) Título e subtítulo do trabalho;
c) Natureza e objetivo do trabalho, através do seguinte texto:
‘A' apresentada ao ‘B' da Faculdade do Vale do Ipojuca como requisito para a obtenção do
título de ‘C' em ‘E'.
‘A' equivale à: Trabalho de Conclusão de Curso, ou
Monografia
‘B' equivale à: Coordenação de Administração, ou
Coordenação de Economia, ou
Coordenação de Contabilidade
‘C' equivale à: Bacharel ‘D' equivale à: Administração, ou
Economia, ou Ciências Contábeis
d) Nome do(a) orientador(a);
e) Local:
Caruaru
f) Ano da defesa.


Ficha Catalográfica
A ficha catalográfica é o conjunto de dados, sistematicamente ordenados, que têm por objetivo identificar resumidamente o assunto tratado e os aspectos físicos da obra. Como ela deve seguir os padrões estabelecidos pelo AACR2 (Código de Catalogação Anglo-Americano), sua confecção é realizada pelo órgão competente da Faculdade, a Seção de Publicações e Divulgação (Biblioteca da FAVIP).

Apesar do autor do trabalho não elaborar a ficha, ele tem total responsabilidade por ela, uma vez que deve ceder com antecedência as informações solicitadas e, após recebê-la, imprimir em todas as cópias da obra.

O processo segue basicamente os seguintes passos: aproximadamente 15 dias úteis antes do depósito da obra, ou seja, com o trabalho praticamente finalizado, o autor deve entrar em contato com os responsáveis da biblioteca:

Seção de Publicações e Divulgação da FAVIP
Responsáveis pela elaboração da ficha catalográfica:
Jadinilson: jadinilson.afonso@favip.edu.br
Telefone para contato: (81) 3722-8098
Pessoalmente, ou por e-mail, devem ser prestadas as seguintes informações:
a) Nome completo do(a) autor(a);
b) Título e subtítulo do trabalho;
c) Ano de defesa;
d) Número de páginas;
e) Grau acadêmico:
f) Nome do Curso:
g) Local:
Caruaru
h) Palavras-chave (3 ou 4);
i) E-mails e telefones para eventuais dúvidas.
No caso das palavras-chave, a biblioteca da Faculdade segue o "Vocabulário Controlado da FAVIP" e por esse motivo, algumas vezes as palavras sugeridas pelo autor não podem ser utilizadas na ficha.

Finalizada a elaboração, a biblioteca enviará para o autor a ficha pronta, via e-mail, inclusive com sua formatação própria que não deve ser alterada. O quadro da Ficha Catalográfica é uma caixa de texto retangular de 7,5 cm de altura por 12,5 cm de largura que deve ser alocada na parte inferior do verso da página de rosto, abaixo do registro do trabalho, centralizada na página.

Dedicatória
A página de dedicatória é um elemento opcional do trabalho acadêmico no qual o autor oferece a obra, ou presta homenagem a alguém, de forma clara e breve. A frase da dedicatória deve ser alocada na metade inferior da terceira folha do trabalho.

Resumo
O resumo na língua vernácula é um elemento obrigatório que tem como objetivo informar, suficientemente, ao leitor os pontos mais relevantes do trabalho, para que ele possa decidir sobre a conveniência da leitura da obra.

Para atingir este objetivo, o texto deve ser preciso e claro, permitindo ao leitor a compreensão do assunto sem dificuldades. Ele deve ser composto por uma seqüência de frases correntes, que ressaltem o tema, a finalidade, a metodologia, os resultados e as conclusões do trabalho.

Nos resultados, deve-se ressaltar o surgimento de fatos novos, descobertas significativas, contradições a teorias anteriores, relações e efeitos novos verificados. Deve-se descrever as conclusões, ou seja, as conseqüências dos resultados e o modo como eles se relacionam aos objetivos propostos no documento, em termos de recomendações, aplicações, sugestões, novas relações e hipóteses aceitas ou rejeitadas.

No resumo não devem ser usados tópicos, enumerações, quadros, tabelas, gráficos, ilustrações, equações e fórmulas, além de abreviaturas, siglas, símbolos e tampouco citações. Deve-se dar preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa.

O texto não deve ultrapassar uma página. Após a inclusão do título, que deve estar em negrito, letras MAIÚSCULAS e centralizado na página, deve ser deixado um espaço de 1,5 em branco. O texto do resumo deve ser redigido em Times New Roman no tamanho 12, sem negrito, itálico ou sublinhado, com as letras minúsculas.

O parágrafo tem alinhamento justificado, deve iniciar junto à margem esquerda (portanto, sem tabulação) e não deve ter recuos para as linhas seguintes. O espaçamento entre linhas deve ser simples.

Abstract
O abstract é o resumo da obra em língua estrangeira, que basicamente segue o mesmo conceito e as mesmas regras que o texto em português. Recomenda-se que para o texto do abstract o autor apenas traduza a versão do resumo em português. A inclusão deste elemento também é obrigatória e o autor deve necessariamente escrever o texto em inglês.

O texto em língua estrangeira não deve ultrapassar uma página. Após a inclusão do título, que deve estar em negrito, letras MAIÚSCULAS e centralizado na página, deve ser deixado um espaço 1,5. O texto do abstract deve ser redigido em Times New Roman no tamanho 12, sem negrito ou sublinhado, com as letras minúsculas.

O parágrafo tem alinhamento justificado, deve iniciar junto à margem esquerda (portanto, sem tabulação) e não deve ter recuos para as linhas seguintes. O espaçamento entre linhas deve ser simples. É importante observar que o texto do abstract deve estar inteiramente em itálico e que ele é o último elemento a ser numerado com algarismo romano.

Sumário
O sumário é mais um elemento obrigatório da parte pré-textual de uma obra e consiste na enumeração de suas principais partes, capítulos, seções, pontos, itens ou outras divisões, na mesma ordem e na mesma grafia em que a matéria nela se sucede. Não se deve confundir um sumário com um índice ou uma lista, apesar de até mesmo o próprio Word entender as duas como sinônimos. O objetivo do sumário é organizar e indicar ao leitor a disposição geral da obra de forma sucinta e objetiva, enquanto que índices e listas são mais específicos e detalhados, tratando de elementos da mesma natureza. Por exemplo: Índice Analítico; Índice Onomástico etc.

O sumário deve identificar para cada divisão o seu respectivo indicativo de numeração (se houver), seu título e sua página inicial, exatamente com a mesma grafia e formatação adotada no texto (exceto o negrito que não deve ser utilizado nesta listagem). Devem ser incluídas todas as listas apresentadas, os capítulos e seções do desenvolvimento e os elementos pós-textuais: Referências (antiga Bibliografia) e se houver, Glossário, capa dos Apêndices e capa dos Anexos. Portanto, todas as partes anteriores ao sumário, incluindo o resumo e o abstract não devem ser inseridas na listagem. Também não se deve fazer uma referência circular e indicar o próprio sumário na listagem.
Em uma nova página, o título sumário deve ser incluído em letras MAIÚSCULAS e negrito, alinhado ao centro e sem tabulação alguma. Deixando um espaço 1,5 em branco abaixo deste título, a listagem das seções deve ser iniciada, junto à margem esquerda (e de acordo com a tabulação de cada nível), seguindo a ordem e a numeração em que elas foram apresentadas no texto, cada uma em uma linha, com espaçamento simples entre elas.

ELEMENTOS PÓS TEXTUAIS
Seguir regras da ABNT vigente.

EDIÇÃO
A seguir são definidos cada um dos elementos de edição do trabalho.

Papel
Os trabalhos de Conclusão de cursos e monografias devem ser apresentadas em papel sulfite branco ou papel reciclado no tamanho A4 (dimensões: 21 cm por 29,7 cm).

Encadernação
Devem ser entregues à Coordenação ou a biblioteca, 02 (duas) cópias do trabalho. Todas elas devem ser encadernadas em capa dura (ver modelo na biblioteca). Deve ser entregue também 01 (uma) cópia em CD com o arquivo no formato PDF destinada ao acervo online.

A capa dura do projeto deve ser feita na cor Azul Royal, independente de qualquer curso.

Obs. Os itens não abordados neste manual devem seguir a regras vigentes da ABNT e as regras especificas de cada Curso.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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